BELO HORIZONTE/ MINAS GERAIS - O dia 28 de março é especial para o Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, data de sua inauguração em 1984. Nestes anos o aeroporto foi redesenhando o mapa econômico e social da região do entorno, o BH Airport chega aos 42 anos celebrando a maturidade operacional como vetor de desenvolvimento do estado e o protagonismo na cena produtiva da cadeia turística mineira, com reflexos na economia, geração de emprego e renda e conectividade.
O que mudou do início da década de 80 para meados deste novo milênio? O intervalo entre o primeiro capítulo da histórica evolução do BH Airport e o cenário atual dimensiona essa transformação, e os números acompanham o salto em escala: de acordo com a Anac (Agência Nacional de Aviação Civil),
A meta é alcançar 100% das operações remotas com veículos elétricos até 2030 e neutralidade total até 2044. Na gestão hídrica, os resultados seguem a mesma trajetória de eficiência. Desde 2022, mais de 56,4 milhões de litros de água foram reaproveitados.
Apenas entre 2025 e o início de 2026, foram mais de 20 milhões de litros, volume equivalente a cerca de oito piscinas olímpicas. O crescimento do reuso supera sete vezes no período, impulsionado por sistemas de tratamento que permitem o reaproveitamento de águas pluviais e efluentes.
Além da pista: impactos sociais remodelam futuro da comunidade - O impacto do BH Airport se estende para além da infraestrutura aeroportuária. Localizado entre Confins e Lagoa Santa, o terminal mineiro exerce influência direta sobre 14 municípios e atua como vetor de desenvolvimento regional. A operação movimenta cadeias produtivas, gera empregos e impulsiona o turismo. Em 2025, mais de 3,7 mil pessoas foram beneficiadas por iniciativas sociais voltadas à educação, inclusão e empregabilidade. “Para muito além dos números, somos agentes de transformação das comunidades no entorno e contribuímos para a qualificação profissional, a inclusão e a geração de oportunidades, orientados pelos princípios ESG, que integram eficiência operacional, redução de impactos ambientais e desenvolvimento social”, sublinha Daniel Miranda.
Com localização estratégica e um dos principais hubs do país, o BH Airport atende cerca de 70 destinos nacionais e internacionais. Desde 2014, o aeroporto é administrado por uma concessão, formada pela Motiva, uma das maiores companhias de concessão de infraestrutura da América Latina, e por Zurich Airport, operador do Aeroporto de Zurich, o principal hub aéreo da Suíça e considerado um dos melhores aeroportos do mundo, além da Infraero, estatal com experiência de mais de 50 anos na gestão de aeroportos no Brasil.
“Luzes
no Patrimônio” ilumina 12 igrejas de cidades históricas
de Minas
no Caminho Religioso da Estrada Real
O projeto Luzes no Patrimônio – Caminho Religioso da Estrada Real leva iluminação cênica e cenografia a 12 igrejas tombadas em cidades históricas de Minas Gerais — Ouro Preto, Tiradentes, São João del-Rei, Congonhas, Catas Altas, Santa Bárbara, Caeté, Mariana, Barbacena, Sabará, Diamantina e Itabirito — além do Santuário de Nossa Senhora da Piedade, em Caeté, ponto final da iniciativa. Integrando o Minas Santa, o projeto propõe uma nova forma de vivenciar o patrimônio religioso, unindo tecnologia, arte e espiritualidade.
O Minas Santa realiza sua quarta edição em 2026, sendo um programa do Governo de Minas Gerais, coordenado pela Secretaria de Estado de Cultura e Turismo (Secult), com o patrocínio da Cemig por meio da Lei Estadual de Incentivo à Cultura de Minas Gerais. A iniciativa, promovida em parceria com o Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG), Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop) e Fundação Clóvis Salgado (FCS), consolida o estado como um dos principais destinos do país durante o período da Semana Santa. O projeto integra fé, tradição, gastronomia, cultura e turismo, promovendo experiências únicas em todas as regiões do território.
Ao longo do Caminho Religioso da Estrada Real, um dos principais roteiros de peregrinação do país, a iniciativa busca ressignificar a experiência de fiéis, turistas e comunidades locais, especialmente no período noturno, quando a visibilidade desses espaços históricos é reduzida. A iluminação cênica valoriza a arquitetura e amplia a dimensão simbólica das igrejas, criando uma ambiência que potencializa a conexão entre fé, memória e paisagem.
O projeto também incorpora intervenções artísticas que dialogam com a tradição cristã mineira, com a criação de obras visuais inspiradas nos 12 apóstolos, estabelecendo uma conexão simbólica entre os templos e a religiosidade do estado. Além disso, performances cênicas integradas aos espaços iluminados reforçam o caráter imersivo da proposta, proporcionando ao público uma experiência sensorial e contemplativa.
“O projeto Luzes no Patrimônio revela que a valorização do patrimônio também passa pela forma como percebemos e experienciamos. Ao iluminar igrejas e paisagens históricas, o projeto não apenas destaca a materialidade desses bens, mas também potencializa aquilo que é invisível: a fé, a memória e os significados que habitam nesse espaço. A luz, nesse contexto, atua como mediadora, revelando camadas simbólicas e ampliando a conexão entre as pessoas e o patrimônio. Assim, mais do que iluminar estruturas, a iniciativa ilumina sentidos, permitindo que o patrimônio seja redescoberto, vivido e reconhecido em sua dimensão mais profunda”, afirma Itallo Gabriel, diretor de Conservação e Restauração do Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha-MG).
O apoio da iluminação é da Cemig que segue investindo e apoiando as diferentes produções artísticas existentes nas várias regiões do estado. Afinal, fortalecer e impulsionar o setor cultural mineiro é um compromisso da Companhia, refletindo seu propósito de transformar vidas com energia. Ao abraçar a cultura em toda a sua diversidade, a Cemig potencializa, ao mesmo tempo que preserva, a memória e a identidade do povo mineiro. Assim, os projetos incentivados pela empresa trazem na essência a importância da tradição e do resgate da história, sem, contudo, deixar de lado a presença da inovação. Apoiar iniciativas como essa reforça a atuação da Cemig em ampliar, no estado, o acesso às práticas culturais e em buscar uma maior democratização dos seus incentivos.
Fonte:
Jornalista Sérgio Moreira @sergiomoreira63
Informações para sergio51moreira@bol.com.br
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